
A uns dias li uma matéria na seção de moda do site Terra, que comentava sobre os trajes das primeiras-damas que mais chamam atenção no momento. Carla Bruni, casada, desde de janeiro de 2008, com o então presidente da França, Nicolas Sarkozy, e Michelle Obama, que devera assumir, oficialmente, seu posto no próximo dia 20, quando Barack Obama se tornará o mais novo presidente dos Estados Unidos.
Bom em geral gosto de moda somente como hobby, porém o que me chamou atenção, nesta matéria e que por uma rara vez em uma seção de moda, foi utilizado como exemplo duas mulheres que de fútil não têm praticamente nada.
Carla Bruni estudou na Suiça e na Universidade de Sorbonne, embora tenha sido internacionalmente conhecida pela sua carreira de modelo e cantora. Michelle Obama formou-se em sociologia pela Universidade de Princeton e em 1988, terminou a Escola de Direito da Universidade de Harvard.
Ou seja, intelecto essas mulheres têm, o que faz com que classe que ainda conserva dentro de si um sentimento feminista, tenha orgulho em saber que representantes como estas estejam em destaque na mídia mundial.
Na minha opinião, a duas representam o modelo de mulher moderna que foi sonhado pela classe feminista, principalmente, nos intensas queimas de soutien dos anos 60.
Ambas, aparentemente, conseguem conciliar, de maneira equilibrada: maternidade, vida conjugal, inteligência e vaidade. De forma a dificultar um rótulo barato e ostensivo, por parte da mídia.
O fato de mulheres desta estirpe estarem em contato direto com a política de grandes potencias mundiais, amplia a oportunidade e o interesse da participação feminina direta na administração de suas nações.
Além de servirem de exemplo para certas primeiras-damas, que tem como maior ocupação a plantação de sálvias em formatos “diferentes”, no jardim do Palácio da Alvorada.