A fazenda estampada que reveste o peito, não mais tocado, está pra se romper.
Não mais por conta das batidas aceleradas de ansiedade, que a felicitavam na última primavera, mas por estar inchado de tantos beliscões que tem tomado.
A fazenda estampada que reveste o peito, não mais tocado, está pra se romper.
Não mais por conta das batidas aceleradas de ansiedade, que a felicitavam na última primavera, mas por estar inchado de tantos beliscões que tem tomado.